16.9.08

A alma, o poeta e a morte

A alma do poeta morreu!...
Morreu na tarde silenciosa
De um bosque de ipês
Numa fria tarde de outono

Morreu sem choro
Morreu sem reza
Foi-se com o vento
Leve e sem pressa

O poeta da alma morreu!...
Morreu no gozo
Da mulher amada
Na lua de alguma estrada

A morte do poeta almou!...
Almou a lua, almou a estrada
Almou o gozo
E a mulher amada

Nenhum comentário: