Bom dia, escravo do relógio
O sol nasceu como um fuzil na sua cara
O tempo corre, o tempo é muito louco
Um anjo louro roubando sua alma.
Regras impostas, porcos egoístas
Olhos vazios de um povo masoquista
Dois olhos negros no alto da torre
Vigiando a casa verde alienista
Magia negra é a alma do negócio
Pessoas tolas, pessoas satisfeitas
A serpente rasteja pelos campos
Esperando a hora da colheita
Bom dia, escravo dos ponteiros
Tome um café com Mussolini
Se encaixe junto aos motores
Da máquina que te reprime
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2 comentários:
Essa é a melhor, melhor... (eco).
baitagalo...
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