16.9.08

Café com Mussolini

Bom dia, escravo do relógio
O sol nasceu como um fuzil na sua cara
O tempo corre, o tempo é muito louco
Um anjo louro roubando sua alma.

Regras impostas, porcos egoístas
Olhos vazios de um povo masoquista
Dois olhos negros no alto da torre
Vigiando a casa verde alienista

Magia negra é a alma do negócio
Pessoas tolas, pessoas satisfeitas
A serpente rasteja pelos campos
Esperando a hora da colheita

Bom dia, escravo dos ponteiros
Tome um café com Mussolini
Se encaixe junto aos motores
Da máquina que te reprime

2 comentários:

Fernanda K. disse...

Essa é a melhor, melhor... (eco).

brazilgrass disse...

baitagalo...