Sinto agora o pesar da sua mão sombria
Como um velho pássaro pousando sobre meu ombro
O seu sussurro, veludo e vampiresco
Me soprando macetes latentes de outrora
Ouço o seu murmúrio nas caminhadas noturnas
No vagir doce e saturnal da amante proibida
No uivo das frestas de janelas
No olhar misterioso e ébrio do mendigo
Ouço-te no ricochetear das ondas sobre as pedras
No reflexo solitário da lua em águas turvas
No vento morno que balança o topo das paineiras
Ou no silêncio do abismo entre as estrelas
Contigo irei brindar a minha morte
De mim serás eterno nau
Serei teu servo guardião do tempo
Me ensine a vida e seu segredo
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5 comentários:
mt legal o blog ;)
da um olho aki tbm
http://palavrasnaovirampoeira.blogspot.com/
Gostei do q vc escreveu,mto bom o texto.bjo
Cada vez melhor, Jack.
Ô Rubão,
Não consigo te escrever via Orkut então vai por aqui mesmo.
Tu esqueceu um pedaço da gaita (chapa de metal que faz parte do acabamento, com um adesivo escrito "THE KING") no Boteco Taco.
Marquemos uma cerveja para que eu te entregue. Ou não?
Abraços,
Diego Lara.
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